Na Natureza nada se cria nada se perde tudo se transforma :
Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Nos dias de hoje podemos dizer assim: “Nada que consumimos se perde, apenas desperdiçamos o que poderia ser reaproveitado”. Pois bem, nós consumimos de tudo muito, hoje temos a consciência e a tecnologia da reciclagem, essa é a chave da vida moderna, além de ser a ferramenta que mantém a continuidade das coisas e dos seres vivos.
terça-feira, 28 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
magnetismo
MAGNETISMO :
Na Grécia antiga, em uma região chamada Magnésia observou-se a existência de uma pedra de comportamento estranho, pois foi observado que elas tem a propriedade de atrair materiais como o ferro, hoje sabemos que esta pedra é a magnetita (oxido de ferro Fe3O4) , nesta época, referida, a pedra tomou o nome de imã, e o estudo dos imãs chamasse magnetismo.Para os imãs foram observados três fatos importantes, primeiro a capacidade de atrair objetos de ferro, segundo a capacidade de transmitir esta capacidade para os objetos de ferro, e terceiro que esta capacidade está concentrada principalmente nas regiões extremas do imã.
Essas regiões extremas foram chamadas de pólos devido à interação do imã com a posição da Terra.
Foi essa característica que possibilitou a construção da bússola que foi tão importante para as navegações.
Inseparabilidade dos pólos
Inicialmente pesquisadores resolveram quebrar um imã ao meio para separar os pólos assim logo perceberam que ao quebrar um imã os pólos iniciais se conservam e no local onde foi quebrado se forma um pólo oposto a esse, isso infinitas vezes, se necessário.
Conclusão :
Percebemnos que o magnetismo está ligado ao movimento dos elétrons nos átomos, e que as cargas elétricas em movimento geram um campo magnético. A maneira e o número como os elétrons se organizam nos átomos é que explica o comportamento nos átomos.O campo magnético gerado pelo íma faz com que os movimentos dos elétrons dos materiais próximos se altere, gerando um outro campo magnético. Sabemos também que os campo magnético são diferentes dos campos elétrico. O campo maginético se origina pelo movimento de cargas elétricas, enquanto o campo elétrico surge apenas com uma carga.
MAGNETISMO :
O magnetismo está ligado ao movimento dos elétron nos átomos. Cargas elétricas em movimento geram um campo magnetico. O número e a maneira como os elétrons estão organizados nos átomos dos diversos materias é que vai explicar o comportamento das substâncias quando estão sob a influência de um campo magnético. O campo magnético gerado pelo íma faz com que o movimento dos elétrons dos materias próximos se altere, gerando outro campo magn
terça-feira, 14 de maio de 2013
S. MARIA DOMINGAS MAZZARELLO (1837-1881)
Maria Domingas nasceu no dia 09 de maio de 1837, em Mornese (Alessandria).Na família foi formada numa piedade sólida, numa laboriosidade incansável e grande senso prático e profundidade de discernimento que manifestou depois, também como Superiora.
Aos 15 anos, inscreveu-se na Associação das Filhas de Maria Imaculada e se abriu para o apostolado em meio às meninas do lugar.
A grave doença do tifo, contraída aos 23 anos, teve nela uma forte ressonância espiritual: se, por um lado, a experiência da fragilidade física tornou mais profundo o seu abandono em Deus, por outro lado a impeliu a abrir uma oficina de costura para ensinar às meninas o trabalho, a oração e o amor de Deus.Graças à intensa participação aos sacramentos e sob a direção sábia e iluminada do Padre Pestarino, fez grandes progressos na vida espiritual. Por ocasião da visita de Dom Bosco a Mornese (08-10-1864) ela disse: “Dom Bosco é um Santo, e eu sinto isso!”.
Em 1872, Dom Bosco escolheu-a para dar início ao Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora.
Como Superiora, revelou-se hábil formadora e mestra de vida espiritual; tinha o carisma da alegria serena e tranqüilizadora, irradiando contentamento e atraindo outras jovens para se dedicarem à educação da mulher.
O Instituto progrediu rapidamente. Ao morrer, ela deixou às suas filhas uma tradição educativa toda permeada de valores evangélicos: a busca de Deus conhecido através de uma catequese esclarecida e de um amor ardente, a responsabilidade no trabalho, a franqueza e a humildade, a austeridade de vida e a alegre doação de si.
Morreu em Nizza Monferrato, no dia 14 de maio de 1881. Seus restos mortais são venerados na Basílica de Maria Auxiliadora, em Turim.
Sua festa anual é celebrada no dia 13 de maio.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Cidade Espartana
Cidade de Esparta
Esparta foi uma das principais polis (cidades-estado) da Grécia Antiga. Situava-se geograficamente na região sudeste da Península do Peloponeso. Destacou-se no aspecto militar, pois foi fundada pelos dórios.
A cidade de Esparta foi fundada no século IX a C pelo povo dório que penetrou pela península em busca de terras férteis. Quatro aldeias da região da Lacônia uniram-se para formar a cidade de Esparta. A cidade cresceu nos séculos seguintes e o aumento populacional fez com que os espartanos buscassem a ampliação de seu território através de guerras. No final do século VIII aC, os espartanos conquistaram toda a planície da Lacônia. Nos anos seguintes, Esparta organizou a formação da Liga do Peloponeso, reunindo o poderio militar de várias polis da região, exceto a rival Argos.
A cidade de Esparta foi fundada no século IX a C pelo povo dório que penetrou pela península em busca de terras férteis. Quatro aldeias da região da Lacônia uniram-se para formar a cidade de Esparta. A cidade cresceu nos séculos seguintes e o aumento populacional fez com que os espartanos buscassem a ampliação de seu território através de guerras. No final do século VIII aC, os espartanos conquistaram toda a planície da Lacônia. Nos anos seguintes, Esparta organizou a formação da Liga do Peloponeso, reunindo o poderio militar de várias polis da região, exceto a rival Argos.
O poder militar de Esparta foi extremamente importante nas Guerras Médicas (contra os persas). Uniu-se a Atenas e outras cidades para impedir a invasão do inimigo comum. O exército espartano foi fundamental na defesa terrestre (Atenas fez a defesa marítima) durante as batalhas. Após as Guerras Médicas, a luta pela hegemonia no território grego colocou Atenas e Esparta em posições contrárias. De 431 a 404, ocorreu a Guerra do Peloponeso entre Atenas e Esparta, que foi vencida pelos espartanos.
Sociedade Espartana
Em Esparta a sociedade era estamental, ou seja, dividida em camadas sociais onde havia pouca mobilidade. A sociedade estava composta da seguinte forma:
Esparcíatas: eram os cidadãos de Esparta. Filhos de mães e pais espartanos, haviam recebido a educação espartana. Esta camada social era composta por políticos, integrantes do exército e ricos proprietários de terras. Só os esparcíatas tinham direitos políticos.
Periecos: eram pequenos comerciantes e artesãos. Moravam na periferia da cidade e não possuíam direitos políticos. Não recebiam educação, porém tinham que combater no exército, quando convocados. Eram obrigados a pagar impostos.
Hilotas: levavam uma vida miserável, pois eram obrigados a trabalhar quase de graça nas terras dos esparcíatas. Não tinham direitos políticos e eram alvos de humilhações e massacres. Chegaram a organizar várias revoltas sociais em Esparta, combatidas com extrema violência pelo exército.
Educação Espartana
O princípio da educação espartana era formar bons soldados para abastecer o exército da polis. Com sete anos de idade o menino esparcíata era enviado pelos pais ao exército. Começava a vida de preparação militar com muitos exercícios físicos e treinamento. Com 30 anos ele se tornava um oficial e ganhava os direitos políticos. A menina espartana também passava por treinamento militar e muita atividade física para ficar saudável e gerar filhos fortes para o exército.
Política Espartana
Reis: a cidade era governada por dois reis que possuíam funções militares e religiosas. Tinham vários privilégios.
Assembléia: constituída pelos cidadãos, que se reuniam na Apella (ao ar livre) uma vez por mês para tomar decisões políticas como, por exemplo, aprovação ou rejeição de leis.
Gerúsia: formada por vinte e oito gerontes (cidadãos com mais de 60 anos) e os dois reis. Elaboram as leis da cidade que eram votadas pela Assembléia.
Éforos: formado por cinco cidadãos, tinham diversos poderes administrativos, militares, judiciais e políticos. Atuavam na política como se fossem verdadeiros chefes de governo.
Religião Espartana
Assim como em outras cidades da Grécia Antiga, em Esparta a religião era politeísta (acreditavam em vários deuses). Arqueólogos encontraram diversos templos nas ruínas de Esparta. Atena (deusa da sabedoria) era a mais cultuada na cidade.
Sociedade Espartana
Em Esparta a sociedade era estamental, ou seja, dividida em camadas sociais onde havia pouca mobilidade. A sociedade estava composta da seguinte forma:
Esparcíatas: eram os cidadãos de Esparta. Filhos de mães e pais espartanos, haviam recebido a educação espartana. Esta camada social era composta por políticos, integrantes do exército e ricos proprietários de terras. Só os esparcíatas tinham direitos políticos.
Periecos: eram pequenos comerciantes e artesãos. Moravam na periferia da cidade e não possuíam direitos políticos. Não recebiam educação, porém tinham que combater no exército, quando convocados. Eram obrigados a pagar impostos.
Hilotas: levavam uma vida miserável, pois eram obrigados a trabalhar quase de graça nas terras dos esparcíatas. Não tinham direitos políticos e eram alvos de humilhações e massacres. Chegaram a organizar várias revoltas sociais em Esparta, combatidas com extrema violência pelo exército.
Educação Espartana
O princípio da educação espartana era formar bons soldados para abastecer o exército da polis. Com sete anos de idade o menino esparcíata era enviado pelos pais ao exército. Começava a vida de preparação militar com muitos exercícios físicos e treinamento. Com 30 anos ele se tornava um oficial e ganhava os direitos políticos. A menina espartana também passava por treinamento militar e muita atividade física para ficar saudável e gerar filhos fortes para o exército.
Política Espartana
Reis: a cidade era governada por dois reis que possuíam funções militares e religiosas. Tinham vários privilégios.
Assembléia: constituída pelos cidadãos, que se reuniam na Apella (ao ar livre) uma vez por mês para tomar decisões políticas como, por exemplo, aprovação ou rejeição de leis.
Gerúsia: formada por vinte e oito gerontes (cidadãos com mais de 60 anos) e os dois reis. Elaboram as leis da cidade que eram votadas pela Assembléia.
Éforos: formado por cinco cidadãos, tinham diversos poderes administrativos, militares, judiciais e políticos. Atuavam na política como se fossem verdadeiros chefes de governo.
Religião Espartana
Assim como em outras cidades da Grécia Antiga, em Esparta a religião era politeísta (acreditavam em vários deuses). Arqueólogos encontraram diversos templos nas ruínas de Esparta. Atena (deusa da sabedoria) era a mais cultuada na cidade.
Cidade de Esparta Antigamente
Cidade de Esparta Atualmente
Mapa da Cidade de Esparta por Dentro
Conclusâo : A população Espartana era divida em 3 camadas sociais. Algumas poucas valorizadas , e outras que obtinham mais poder possuia seus direitos. Apenas eram considerados cidadoes aqueles que tinham pais e mães espartanos.
Na educação o objetivo deles eram formar bons soldados para abastecer o exercito da cidade.
Podemos perceber que a o objetivo antigamente na parte da educação é muito diferente como o de atualmente , pois o principio de agora é ter um grande conhecimento da maioria das matérias para que tejamos um futuro estável e igual . Já em Esparta eles preparavam os meninos para se tornarem importantes soldados , apenas para construir um grande poder nas cidades.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Roteiro do video
Roteiro:
- Entrevista com personagem famoso.
- Notícias sobre o tema.
- Vídeos sobre Efeito Estufa.
- Paródia.
- Entrevista com personagem famoso.
- Notícias sobre o tema.
- Vídeos sobre Efeito Estufa.
- Paródia.
Assinar:
Postagens (Atom)

